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Comunicação, Jornalismo e
Meio Ambiente: teoria e pesquisa
Wilson da Costa Bueno

          A obra Comunicação , Jornalismo e Meio Ambiente: teoria e pesquisa tem como objetivo contribuir para o incremento da massa crítica em Comunicação e Jornalismo Ambiental pela explicitação e refinamento de conceitos básicos, pelo debate e reflexão sobre temas relevantes, pela apresentação de pesquisas e de recursos informacionais nesta área.
           Ela está subdividida em 5 partes, todas elas absolutamente articuladas, integradas por mais de duas dezenas de artigos e relatos de pesquisa.
           A primeira parte destina-se a uma revisão dos conceitos de Comunicação e Jornalismo Ambiental e de Meio Ambiente em geral. Postula-se, sobretudo, a relação entre Comunicação, Jornalismo e Educação Ambiental, ressaltando a importância dos meios de comunicação no processo de conscientização dos cidadãos para a importância da preservação e da adoção de uma postura ou atitude ambientalista.
           A segunda parte está dedicada à análise de alguns temas especiais sobre comunicação, jornalismo e meio ambiente, como a questão dos agrotóxicos; a discussão contemporânea sobre biodiversidade e biopirataria; a relação entre agronegócio e meio ambiente, tendo como pano de fundo o modelo agroexportador brasileiro; o ensino da Comunicação e do Jornalismo Ambiental e as fontes e a militância no Jornalismo Ambiental.
           A terceira parte foca sua atenção em alguns cases importantes de Comunicação e Jornalismo Ambiental (em particular de agências e mídias ambientais), incluindo além disso depoimentos de jornalistas e comunicadores que são referência nessa área.
           A quarta parte debate a pesquisa em Comunicação e Jornalismo Ambiental, resgata a experiência brasileira e traz relatos de pesquisa inéditos em Jornalismo Ambiental.
           A última parte traz informações valiosas sobre fontes (livros, teses, documentos, sites etc) em Comunicação e Jornalismo Ambiental, organizadas segundo seus temas mais relevantes (água, biodiversidade, mudanças climáticas, transgênicos, agrotóxicos etc etc).
           A obra destina-se, prioritariamente, aos comunicadores e jornalistas ambientais mas pode ser consultada com proveito por todos aqueles que se interessam pela relação entre Comunicação e Meio Ambiente (profissionais de marketing, educadores, administradores, biólogos, geógrafos, agrônomos etc).

 
 

 

 
 
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Comunicação Empresarial no Brasil:
uma leitura crítica.
Wilson da Costa Bueno

          Uma sacudida enorme na Comunicação Empresarial brasileira. Esta é a proposta do novo trabalho do jornalista, professor e pesquisador Wilson da Costa Bueno, autor também do livro Comunicação Empresarial: teoria e pesquisa, referência na área e lançado pela Editora Manole, em 2003.
          Respaldada em sua observação crítica da realidade brasileira e, particularmente, na constatação de que há uma lacuna importante na literatura nacional nesta área, Wilson da Costa Bueno preferiu não enveredar pelo caminho do elogio fácil às ações e estratégias postas em prática pelas organizações, optando por identificar os problemas e os desafios a superar.
          Literalmente, coloca o dedo na ferida. Discute a falta de democracia na comunicação interna, o uso equivocado de conceitos, como comunicação estratégica, comunicação integrada e responsabilidade social e faz um apelo para um "banho ético" nas empresas e nas agências de comunicação.
          Não nega o estágio desenvolvido em que se encontra a Comunicação Empresarial em nosso país, reconhece as honrosas exceções, mas defende a tese de que o desafio maior não é a competência técnica de profissionais e organizações, mas o desvio do foco: a falta de compromisso com a transparência, a ética, a cidadania, na verdadeira acepção do termo.
          Condena o caráter cínico da comunicação de empresas e setores (não poupa, especificamente, a indústria tabagista, de bebidas etc) e repudia a tentativa de manipulação da opinião pública. Enfim, devolve o tapa que muitas organizações e agências (de propaganda, de comunicação e assessorias de imprensa) têm dado na "cara" da sociedade.
          Uma leitura que, certamente, não pretende a unanimidade; pelo contrário, deseja mesmo provocar o debate, e , diferentemente, do discurso de porta-vozes de empresas (profissionais sem identidade e dignidade), se afirma como uma voz independente, sem rabo preso.
          Como prefere repetir o autor, está na hora de acabar com a hipocrisia na Comunicação Empresarial brasileira.

 
 
 
   
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